3º CONGRESSO VOCACIONAL> “Discípulos-missionários a serviço das vocações” e “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações. Estes são, respectivamente, o tema e lema do 3º Congresso Vocacional, cujo objetivo é celebrar a caminhada a serviço da animação vocacional e aprofundar a teologia das vocações na perspectiva do discipulado e da missionaridade, a consolidar a identidade do animador e do serviço de animação vocacional, bem como oferecer pistas para o trabalho vocacional. Fonte : www.cnbb.org.br
Licença Maternidade> Caros amigos e amigas, que a paz de Cristo esteja com todos!
Com grande alegria venho anunciar que meu filho deve nascer na manhã desta sexta-feira, dia 05 de março, conforme indicação do médico que estará acompanhando o parto. Ao mesmo tempo em que peço a oração de todos, e a materna intercessão de Nossa Senhora do Bom Parto, gostaria de comunicar-lhes que estarei me ausentando por quatro meses dos trabalhos da secretaria do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV).
Neste período, responderá pela secretaria do IPV a Ir. Nivalda Milak, FDZ, que atenderá em alguns horários específicos, a serem comunicados por ela nos próximos dias.
Certos da compreensão de todos, agradeço a amizade e as orações.
Fonte : Anna Paula
Mensagem do Papa para o 47º dia Mundial de Oração pelas Vocações> O 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no 4º Domingo de Páscoa, dia 25 de abril, oferece-me a oportunidade de propor à vossa reflexão um tema que se enquadra bem com o Ano Sacerdotal: O testemunho suscita vocações. De fato, a fecundidade da proposta vocacional depende primariamente da ação gratuita de Deus, mas é favorecida também – como o confirma a experiência pastoral – pela qualidade e riqueza do testemunho pessoal e comunitário de todos aqueles que já responderam ao chamamento do Senhor no ministério sacerdotal e na vida consagrada, pois o seu testemunho pode suscitar noutras pessoas o desejo de, por sua vez, corresponder com generosidade ao apelo de Cristo. Assim, este tema apresenta-se intimamente ligado com a vida e a missão dos sacerdotes e dos consagrados. Por isso, desejo convidar todos aqueles que o Senhor chamou para trabalhar na sua vinha a renovarem a sua fidelidade de resposta, sobretudo neste Ano Sacerdotal que proclamei por ocasião dos 150 anos de falecimento de São João Maria Vianney, o Cura d’Ars, modelo sempre atual de presbítero e pároco.
Já no Antigo Testamento os profetas tinham consciência de que eram chamados a testemunhar com a sua vida aquilo que anunciavam, prontos a enfrentar mesmo a incompreensão, a rejeição, a perseguição. A tarefa, que Deus lhes confiara, envolvia-os completamente, como um «fogo ardente» no coração impossível de conter (cf. Jr 20,9), e, por isso, estavam prontos a entregar ao Senhor não só a voz, mas todos os elementos da sua vida. Na plenitude dos tempos, será Jesus, o enviado do Pai (cf. Jo 5,36), que, através da sua missão, testemunha o amor de Deus por todos os homens sem distinção, com especial atenção pelos últimos, os pecadores, os marginalizados, os pobres. Jesus é a suprema Testemunha de Deus e da sua ânsia de que todos se salvem. Na aurora dos novos tempos, João Baptista, com uma vida gasta inteiramente para preparar o caminho a Cristo, testemunha que, se cumprem, no Filho de Maria de Nazaré, as promessas de Deus. Quando O vê chegar ao rio Jordão, onde estava a batizar, João indica-O aos seus discípulos como «o cordeiro de Deus, aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1,29). O seu testemunho é tão fecundo que dois dos seus discípulos, «ouvindo o que ele tinha dito, seguiram Jesus» (Jo 1,37).
Também a vocação de Pedro, conforme no-la descreve o evangelista João, passa pelo testemunho de seu irmão André; este, após ter encontrado o Mestre e aceite o seu convite para permanecer com Ele, logo sente necessidade de comunicar a Pedro aquilo que descobriu «permanecendo» junto do Senhor: «“Encontramos o Messias” (que quer dizer Cristo). E levou-o a Jesus» (Jo 1,41-42). O mesmo aconteceu com Natanael – Bartolomeu –, graças ao testemunho doutro discípulo, Filipe, que cheio de alegria lhe comunica a sua grande descoberta: «Acabamos de encontrar Aquele de quem escreveu Moisés na Lei e que os Profetas anunciaram: é Jesus, o filho de José, de Nazaré» (Jo 1,45). A iniciativa livre e gratuita de Deus cruza-se com a responsabilidade humana daqueles que acolhem o seu convite, e interpela-os para se tornarem, com o próprio testemunho, instrumentos do chamamento divino. O mesmo acontece, ainda hoje, na Igreja: Deus serve-se do testemunho de sacerdotes fiéis à sua missão, para suscitar novas vocações sacerdotais e religiosas para o serviço do seu Povo. Por esta razão, desejo destacar três aspectos da vida do presbítero, que considero essenciais para um testemunho sacerdotal eficaz.
Elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada é a amizade com Cristo. Jesus vivia em constante união com o Pai, e isto suscitava nos discípulos o desejo de viverem a mesma experiência, aprendendo d’Ele a comunhão e o diálogo incessante com Deus. Se o sacerdote é o «homem de Deus», que pertence a Deus e ajuda a conhecê-Lo e a amá-Lo, não pode deixar de cultivar uma profunda intimidade com Ele e permanecer no seu amor, reservando tempo para a escuta da sua Palavra. A oração é o primeiro testemunho que suscita vocações. Tal como o apóstolo André comunica ao irmão que conheceu o Mestre, assim também quem quiser ser discípulo e testemunha de Cristo deve tê-Lo «visto» pessoalmente, deve tê-Lo conhecido, deve ter aprendido a amá-Lo e a permanecer com Ele.
Outro aspecto da consagração sacerdotal e da vida religiosa é o dom total de si mesmo a Deus. Escreve o apóstolo João: «Nisto conhecemos o amor: Jesus deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos» (1 Jo 3,16). Com estas palavras, os discípulos são convidados a entrar na mesma lógica de Jesus que, ao longo de toda a sua vida, cumpriu a vontade do Pai até à entrega suprema de Si mesmo na cruz. Manifesta-se aqui a misericórdia de Deus em toda a sua plenitude; amor misericordioso que derrotou as trevas do mal, do pecado e da morte. A figura de Jesus que, na Última Ceia, Se levanta da mesa, depõe o manto, pega numa toalha, ata-a à cintura e Se inclina a lavar os pés aos Apóstolos, exprime o sentido de serviço e doação que caracterizou toda a sua vida, por obediência à vontade do Pai (cf. Jo 13,3-15). No seguimento de Jesus, cada pessoa chamada a uma vida de especial consagração deve esforçar-se por testemunhar o dom total de si mesma a Deus. Daqui brota a capacidade para se dar depois àqueles que a Providência lhe confia no ministério pastoral, com dedicação plena, contínua e fiel, e com a alegria de fazer-se companheiro de viagem de muitos irmãos, a fim de que se abram ao encontro com Cristo e a sua Palavra se torne luz para o seu caminho. A história de cada vocação cruza-se quase sempre com o testemunho de um sacerdote que vive jubilosamente a doação de si mesmo aos irmãos por amor do Reino dos Céus. É que a presença e a palavra de um padre são capazes de despertar interrogações e de conduzir mesmo a decisões definitivas (cf. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 39).
Um terceiro aspecto que, enfim, não pode deixar de caracterizar o sacerdote e a pessoa consagrada é viver a comunhão. Jesus indicou, como sinal distintivo de quem deseja ser seu discípulo, a profunda comunhão no amor: «É por isto que todos saberão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13,35). De modo particular, o sacerdote deve ser um homem de comunhão, aberto a todos, capaz de fazer caminhar unido todo o rebanho que a bondade do Senhor lhe confiou, ajudando a superar divisões, sanar lacerações, aplanar contrastes e incompreensões, perdoar as ofensas. Em Julho de 2005, no encontro com o Clero de Aosta, afirmei que os jovens, se virem os sacerdotes isolados e tristes, com certeza não se sentirão encorajados a seguir o seu exemplo. Levados a considerar que tal possa ser o futuro de um padre, vêem aumentar a sua hesitação. Torna-se importante, pois, realizar a comunhão de vida, que lhes mostre a beleza de ser sacerdote. Então, o jovem dirá: «Isto pode ser um futuro também para mim, assim pode-se viver» (Insegnamenti, vol. I/2005, 354). O Concílio Vaticano II, referindo-se ao testemunho capaz de suscitar vocações, destaca o exemplo de caridade e de fraterna cooperação que devem oferecer os sacerdotes (cf. Decreto Optatam totius, 2).
Apraz-me recordar o que escreveu o meu venerado predecessor João Paulo II: «A própria vida dos padres, a sua dedicação incondicional ao rebanho de Deus, o seu testemunho de amoroso serviço ao Senhor e à sua Igreja – testemunho assinalado pela opção da cruz acolhida na esperança e na alegria pascal –, a sua concórdia fraterna e o seu zelo pela evangelização do mundo são o primeiro e mais persuasivo fato de fecundidade vocacional» (Pastores dabo vobis, 41). Poder-se-ia afirmar que as vocações sacerdotais nascem do contacto com os sacerdotes, como se fossem uma espécie de patrimônio precioso comunicado com a palavra, o exemplo e a existência inteira.
Isto aplica-se também à vida consagrada. A própria existência dos religiosos e religiosas fala do amor de Cristo, quando O seguem com plena fidelidade ao Evangelho e assumem com alegria os seus critérios de discernimento e conduta. Tornam-se «sinais de contradição» para o mundo, cuja lógica frequentemente é inspirada pelo materialismo, o egoísmo e o individualismo. A sua fidelidade e a força do seu testemunho, porque se deixam conquistar por Deus renunciando a si mesmos, continuam a suscitar no ânimo de muitos jovens o desejo de, por sua vez, seguirem Cristo para sempre, de modo generoso e total. Imitar Cristo casto, pobre e obediente e identificar-se com Ele: eis o ideal da vida consagrada, testemunho do primado absoluto de Deus na vida e na história dos homens.
Fiel à sua vocação, cada presbítero, cada consagrado e cada consagrada transmite a alegria de servir Cristo, e convida todos os cristãos a responderem à vocação universal à santidade. Assim, para se promoverem as vocações específicas ao ministério sacerdotal e à vida consagrada, para se tornar mais forte e incisivo o anúncio vocacional, é indispensável o exemplo daqueles que já disseram o próprio «sim» a Deus e ao projeto de vida que Ele tem para cada um. O testemunho pessoal, feito de opções existenciais e concretas, há de encorajar, por sua vez, os jovens a tomarem decisões empenhativas que envolvem o próprio futuro. Para ajudá-los, é necessária aquela arte do encontro e do diálogo capaz de os iluminar e acompanhar sobretudo através do exemplo de vida abraçada como vocação. Assim fez o Santo Cura d’Ars, que, no contacto permanente com os seus paroquianos, «ensinava sobretudo com o testemunho da vida. Pelo seu exemplo, os fiéis aprendiam a rezar» (Carta de Proclamação do Ano Sacerdotal, 16/06/2009).
Que este Dia Mundial possa oferecer, uma vez mais, preciosa ocasião para muitos jovens refletirem sobre a própria vocação, abrindo-se a ela com simplicidade, confiança e plena disponibilidade. A Virgem Maria, Mãe da Igreja, guarde o mais pequenino gérmen de vocação no coração daqueles que o Senhor chama a segui-Lo mais de perto; faça com que se torne uma árvore frondosa, carregada de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade. Por esta intenção rezo, enquanto concedo a todos a Bênção Apostólica.
Fonte : www.cnbb.org.br
Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo> Avança o Congresso de Leigos Seg, 21 de Junho de 2010 08:52 cnbb
O 1º Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo chega à conclusão da sua primeira fase neste mês de junho. Foi o momento da reflexão sobre a vocação e a missão do cristão leigo na Igreja e no mundo. A Igreja possui uma grande variedade de organizações do laicato e uma rica história de sua atuação generosa na vida das comunidades. Em São Paulo, temos muito a agradecer aos leigos. Ao mesmo tempo, constatamos um déficit preocupante na evangelização de boa parte dos leigos, que apenas foram batizados, mas nunca tiveram uma experiência profunda de sua fé católica, nem se identificam muito com a Igreja. O Congresso de Leigos é uma ocasião para refletir sobre como podem os leigos ser mais eficazmente discípulos e missionários de Jesus Cristo para os outros leigos.
Ao mesmo tempo, a reflexão desta primeira fase do Congresso ofereceu a oportunidade para uma tomada de consciência sobre a realidade social, na qual os leigos vivem: um contexto de cidade grande, com enormes contrastes sociais e econômicos, carências e exclusões, desafios de toda ordem. Pois é nesse campo de missão que eles são chamados a ser luz, sal e fermento do Evangelho de Jesus Cristo e a colaborar, com outros grupos sociais, para a melhoria da cidade terrestre.
Os leigos são apóstolos do Evangelho no vasto mundo da família e das relações humanas básicas, do trabalho e das atividades econômicas, das relações culturais e políticas. Com o discernimento, a criatividade e as posturas inspiradas no Evangelho do Reino de Deus, eles podem e devem dar sua contribuição para que a convivência humana seja mais e mais condizente com o sonho de Deus para o mundo e a vida humana. São Paulo, reclamando da conduta indigna de alguns cristãos, escreveu: “não foi assim que aprendestes de Cristo”. No nosso caso, podemos dizer quer o Congresso de Leigos é uma ajuda para que todos os batizados possam comportar-se e agir no mundo “conforme aprenderam de Jesus Cristo”. A vida cristã coerente e profunda é um grande bem, não só para a própria pessoa e para a Igreja, mas também para toda a comunidade humana. Ser bom cristão, faz bem ao mundo!
É desejável que a conclusão desta primeira etapa do Congresso Arquidiocesano seja marcada por um congresso paroquial de leigos, embora o Regulamento não preveja isso. Os grupos e organizações, que se empenharam nessa fase inicial e fizeram as reflexões propostas, seriam muito enriquecidas se, agora, colocassem em comum suas reflexões e procurassem apontar caminhos para uma atuação mais incisiva das organizações dos leigos na vida da Igreja e da sociedade em suas realidades mais concretas.
Em seguida, inicia a 2ª. fase do Congresso, que consistirá na realização de oficinas temáticas nas Regiões Episcopais; delas participarão delegados de cada paróquia e organização de base das comunidades. É preciso passar do ver e julgar para a elaboração de projetos de ação missionária do laicato, quer nos âmbitos eclesiais, quer na sociedade. Para tanto, duas questões importantes devem ser levadas em conta: a organização do laicato e a sua formação. Já existem muitas expressões de organização dos leigos na vida eclesial, como as pastorais, os movimentos, as associações de fiéis, as novas comunidades, as agregações laicais em torno dos carismas da Vida Consagrada. Tudo isso é valioso e vem de uma longa experiência da Igreja. Mas também é desejável que os leigos se organizem por afinidades sócio-culturais e por categorias profissionais, como são os educadores, os profissionais da saúde, os agentes da justiça, da política, e assim por diante. Isso, de fato, dará a possibilidade de receber formação específica mais aprimorada.
A formação dos leigos, de fato, é sumamente necessária, para que os leigos tenham a mística do Evangelho e clareza suficiente sobre as orientações da Igreja a respeito das questões que devem enfrentar. A boa formação na Doutrina Social da Igreja é indispensável para a atuação do laicato no mundo como “sal da terra e luz do mundo”.
Card. Odilo Pedo Scherer Fonte : www.cnbb.org.br
Escolhida música do hino da Campanha da Fraternidade de 2011> Escolhida música do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 Qua, 23 de Junho de 2010 10:37 cnbb
A letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 já havia sido escolhida através de concurso realizado, de setembro a dezembro de 2009. Agora foi escolhida a música. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu mais de 80 músicas e a escolha foi feita por uma equipe formada por profissionais da área liturgico-musical e homologada pelos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep).
O assessor de músicas da CNBB, padre José Carlos Sala, ressalta a riqueza das composições e a grande diversidade musical, própria da realidade cultural de nosso país. “A letra do hino tem profunda fundamentação bíblica, é um convite à reflexão sobre as agressões à vida no planeta e um impulso maior ao cuidado da vida. Nossa mãe terra, Senhor, geme de dor noite e dia. Será de parto essa dor? Ou simplesmente agonia?! Vai depender só de nós!”, destaca o assessor, citando um dos trechos do hino da CF 2011.
Desde 2006, por decisão dos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep), o CD da Campanha da Fraternidade traz o hino e o repertório quaresmal correspondente a cada ano.
Segundo o padre Sala, o hino poder ser executado nas celebrações, a critério da equipe de celebração e de quem preside. “Por exemplo, em algum momento da homilia – o que facilitará a vinculação da liturgia da palavra com a vida (tema da CF) – ou nos ritos finais, no momento do envio”.
A Campanha da Fraternidade 2011 tem como tema: Fraternidade e a vida no planeta, lema: “A criação geme em dores de parto.” (Rm 8,22). A letra do hino foi composta pelo padre José Antônio de Oliveira, e a música é de Casimiro Nogueira. A CNBB agradece a todos aqueles que colocaram seus dos poéticos e musicais participando do concurso do Hino da CF 2011.
O hino passará agora pelo processo de gravação para no segundo semestre estar à disposição das comunidades.
Confira aqui o hino da CF 2011. Fonte : www.cnbb.org.br
Tráfico de pessoas > Presidente da CNBB reforça compromisso da Igreja no combate ao crime do tráfico de pessoas Qua, 23 de Junho de 2010 09:11 cnbb
O Setor Pastoral da Mobilidade Humana, da CNBB, lançou ontem, 22, em parceria com a Secretaria Nacional Justiça, do Ministério da Justiça, o livro Tráfico de Pessoas, resultado do Seminário Nacional sobre enfrentamento ao tráfico de pessoas, realizado no final de 2008. Cerca de 100 pessoas participaram do evento que teve a presença da Presidência da CNBB e dos bispos membros do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep), além de representantes da Secretaria Nacional de Justiça e outras autoridades.
O presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha, disse que a publicação do Setor de Mobilidade Humana expressa a preocupação “constante e atual” da Igreja pelas condições de milhares de pessoas “submetidas a condições de degradante exploração, sobretudo mulheres, crianças e trabalhadores, aliciados pelo tráfico nacional e internacional de pessoas”.
“Esta publicação é mais um passo na reflexão e na busca de alternativas e caminhos para combater esta prática criminosa [o tráfico de pessoas]”, disse o presidente.
Segundo dom Geraldo, é preciso atuar na prevenção deste crime e na reinserção social das vítimas. “[O livro] É um chamado a atuarmos na prevenção deste crime e na reinserção social das pessoas vitimadas por esta conduta que degrada o ser humano”, destacou.
De acordo com a assessora do Setor da Mobilidade Humana, Irmã Rosita Milesi, o Brasil ocupa o 3º lugar no ranking dos países da América Latina no tráfico de pessoas para fins de exploração sexual ou laboral. “São 241 rotas de tráfico de pessoas no Brasil: 110 domésticas e 131 internacionais”, explica a assessora.
O coordenador nacional do enfrentamento ao tráfico de pessoas da Secretaria Nacional de Justiça, Ricardo Rodrigues Lins, diz que a falta de informação dificulta o combate ao tráfico de pessoas. “Este trabalho com a CNBB é importante na medida em que multiplica informações”, disse Lins. “Grande parte das vítimas é aliciada pela família. Este crime precisa ser enfrentado para reduzir a vulnerabilidade social destas pessoas para que não caiam na conversa dos aliciadores”, afirmou.
O livro, publicado com recursos da Secretaria Nacional de Justiça, terá sua distribuição gratuita. Com 111 páginas, é uma coletânea de artigos e tem a participação do Ministério da Justiça, Organização Internacional do Trabalho (OIT), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Grupo de Combate ao Trabalho Escravo, Rede Um Grito pela Vida, Polícia Federal, Pastoral Afro-brasileira, Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil e Pastoral da Mobilidade Humana. Para conseguir o livro, os interessados podem entrar em contato com o Setor da Mobilidade Humana, em Brasília, pelo telefone (61) 3274-1288 begin_of_the_skype_highlighting (61) 3274-1288 end_of_the_skype_highlighting ou pelo e-mail: mobilidadehumana@ccm.org.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
Confira as fotos no Flickr.
Fonte : www.cnbb.org.br
> II Congresso Latinoamaericano Sex, 26 de Fevereiro de 2010 16:32 cnbb
O Departamento Ministérios e Vocações do CELAM em parceria com a pastoral vocacional das Conferencias episcopais anuncia a realização do II Congresso Latinoamericano de Vocações para os dias 01 a 06 de fevereiro de 2011 na Arquidiocese de San José, Costa Rica.
Com o tema “Chamados a lançar as redes, para alcançar vida plena em Cristo” e com o lema “Mestre, em teu nome lançaremos as redes” (cf Lc 5,5) o congresso deseja fortalecer a cultura vocacional para que os batizados assumam o chamado de serem discípulos e missionários de Cristo, no atual contexto da América Latina e do Caribe.
O brasileiro, Hênio dos Santos Silva, levou o primeiro lugar no concurso de escolha do hino para o Congresso Latinoamericano de Vocações, ficando o segundo e terceiro lugar com a Argentina e Chile, respectivamente.
Cada país terá um número representativo de delegados para o Congresso Latinoamericano de Vocações. No Brasil cada regional terá assegurado uma vaga, que deverá ser preenchida pelo representante regional da pastoral vocacional. Durante o 3º Congresso Vocacional do Brasil, os delegados para o congresso latinoamericano farão o estudo do instrumento de trabalho em preparação ao congresso.
Fonte : www;cnbb.org.br
Clero de Umuarama realiza curso anual de formação > O clero da diocese de Umuarama (PR) esteve reunido nos dias 12 e 13, para o curso anual de formação, que este ano teve como tema “Eclesiologia, com Ênfase à Renovação Paroquial”, com o assessor Pedro Félix Bassini, da diocese de Cachoeiro do Itapemirim (ES), membro do Instituto Nacional de Pastoral (INP), da Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB).
Durante os dois dias, padre Pedro partilhou com o clero, a renovação das paróquias, a partir das Conferências Latino Americanas de Medellin, Puebla, Santo Domingo e Aparecida, onde se incentivou na formação de núcleos nas comunidades, onde ali se tomam as decisões e se solucionam os problemas da própria realidade.
“O padre, tem o papel de intermediário e coordenador dessas comunidades, formando a grande comunidade, que é a paróquia. É a conscientização de que cada agente de pastoral é a própria Igreja, lá onde ele vive, e ele deve ter esta autonomia, designada pelo padre, para atuar desta forma”, destacou padre Bassini, ao final do encontro. Fonte : Site da CNBB